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QUAL A MELHOR FORMA DE NASCER?


Cesária, natural, de cócoras, pulando de paraquedas ... Afinal, qual a melhor forma de colocar seu filho no mundo? Tema é tratado em conferência internacional em Brasília.

A discussão causa furor dentro das redes sociais e até briga na sala de espera dos consultórios. Definir como será o parto do bebê ainda gera muitas dúvidas no seio familiar. Só quem já esteve na pele dos papais grávidos sabe como é. Quando eu estava grávido da Tarsila fiz milhões de pesquisas e ouvi muitas opiniões. Chegamos à conclusão de que a melhor forma de parir é aquela que você faz em paz e com segurança. Independente da escolha, o que precisamos é de seres humanos, com atitudes humanas e calor humano. Daí o nome: parto humanizado, independente da forma de parir. Nem sempre as experiências são as melhores, mas é vivendo e aprendendo.

Quando descobrimos a existência da Tarsila, a mamãe sempre quis que o parto fosse marcado, no dia certo e sem sustos. As (más) experiências no jornalismo comunitário deu a ela um certo medinho de colocar nossa baby nas mãos de plantonistas e, principalmente dos métodos alternativos. Nisso eu tive que concordar. Eu nunca tive paz ao pensar na Tarsila nascendo de forma natural. Vejo relatos lindos de partos tranquilos dentro de banheiras com música ambiente e hoje vejo que eles podem dar certo sim, mas é preciso muito dinheiro para fazer igual as famosas e ter uma super equipe com Uti móvel na porta de casa. Admiro e nem entro nesse mérito.

Para debater esse tema e apresentar as conquistas, Brasília é sede da IV Conferência Internacional sobre Humanização do Parto e Nascimento – acolhendo experiências e irradiando mudanças. O encontro, realizado pela Rede pela Humanização do Parto e Nascimento (ReHuNa) e organizado pela Matriusca, acontece entre os dias 26 e 30 de novembro de 2016, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães com palestras e oficinas.

“A Conferência dará visibilidade as conquistas que já foram obtidas, sejam na diminuição da violência obstétrica, na elaboração de políticas públicas e na criação de legislações que protegem a mãe e o bebê”, esclarece a presidenta da ReHuNa, Daphne Rattner, doutora em Epidemiologia e professora da Universidade de Brasília.

Segunda Daphne, algumas mudanças foram muito significativas. “Hoje temos políticas públicas implementadas e, principalmente, o empoderamento das mulheres que estão retomando para si o protagonismo do parto, de respeitarem o amadurecimento necessário do bebê para nascer e de não aceitarem a violência a qual são submetidas na hora de parir”. Isso é muito bom!

MAIS SOBRE IMBCO:

INICIATIVA INTERNACIONAL PARA O NASCIMENTO MÃE-BEBÊ

http://imbco.weebly.com/uploads/8/0/2/6/8026178/imbci_portugues__brazilian.pdf

SERVIÇO:

IV Conferência Internacional sobre Humanização do Parto e Nascimento – acolhendo experiências e irradiando mudanças

Quando: 26 a 30 de novembro

Horas: 8h às 18h

Onde: Centro de Convenções Ulisses Guimarães

End.: Eixo Monumental

http://www.conferenciarehuna2016.org/

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