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A grande muralha - crítica do Papai no Controle


O filme acontece no norte da China com a chegada do mercenário “William Garin” na grande muralha. William Garin e seu bando que buscavam o famoso pó negro (pólvora) e acabaram atacados por guerreiros rivais durante a jornada.

O filme mostra um segredo milenar sobre a existência da muralha que teria sido erguida não para impedir a invasão humana, mas para barrar a entrada de monstros extremamente violentos e mortais, que aparecem a cada 60 anos.

O bando acaba dizimado e restam apenas dois homens que conseguem arrancar parte do animal e iniciam uma fuga pela China.

Em uma nova perseguição, os únicos sobreviventes chegam até a Grande Muralha e sem alternativa, se entregam ao exército de guardiões chamado: A Ordem Sem Nome. Trata-se de uma enorme base militar cheia de armas e guerreiros acrobáticos treinados pelo Cirque du Soleil (brincadeira gente!). Mas os guerreiros são incríveis mesmos.

Sem saída, os dois são presos e levados para um interrogatório no centro da muralha, liderada pelo General Shao, o mais respeitado comandante da Ordem Sem Nome. Para escapar da prisão, os dois apresentam a estranha garra da criatura e tem suas vidas poupadas. Eles são levados ao topo da muralha e presenciam o primeiro ataque dos monstros ferozes. As criaturas monstruosas e devoradoras de gente, levam o filme ao maior campo de batalha dos últimos tempos, com belas imagens, figurino impecável e muitas acrobacias. Por serem excelentes guerreiros e para salvar as próprias vidas, os dois decidem ajudar e lutam ao lado dos guerreiros milenares da Ordem Sem Nome.

Sem dúvida é um excelente filme para você se distrair, mais nada de levar os filhos pequenos, nem criar muitas expectativas. As cenas de violência são bem constantes e o enredo é extremamente previsível.


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