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ADEUS CHUPETA! – Como se livrar desse “vício” da primeira infância?!


Pais de primeira viagem são assim! Tudo é novo e sempre pinta uma dúvida na criação da Tarsila! Recorremos às experiências de amigos, vídeos no youtube, blogs, escola, tocamos o barco e esperamos o próximo desafio. Desta vez, esbarramos no dilema da chupeta: Como tirar? O que fazer? E os traumas? Será que vamos sobreviver? Recebemos muitos conselhos, uns bem divertidos e outros nem tanto. Vamos a alguns:

✔ Entregar para o papai Noel ✔ Trocar por um presente

✔ Colocar pimenta

✔ Fazer furos

✔ Falar que vai dar para o coelhinho dá Páscoa

✔ Mergulhar na babosa

✔ Jogar fora e dizer que perdeu ✔ Não tirar

Tudo começou quando tiramos a Tarsila do peito da mamãe, exatamente há um ano. Ela tinha essa necessidade de sucção e se agarrou à chupeta com todas as forças. Para nós foi muito cômodo, pois ela passou a dormir durante a noite e ficava mais calma em horas de stress.

Passado um tempo, notamos que a chupeta não estava fazendo bem para ela, que ficava muito irritada sem a “pepeta” e poderia ter problemas na arcada dentária. Além disso, Tarsila tinha infecções de garganta constantemente e um dos pediatras colocou a culpa na chupetinha, que acumulava bactérias, caía no chão e voltava pra boca levando possíveis doenças.

Segundo a psicopedagoga Flavia Roberta, a chupeta tem o poder de acalmar e muitas vezes silenciar os bebês de maneira simples e rápida, pois eles ainda estão na fase da oralidade e acabam encontrando nesse objeto uma semelhança muito grande com o peito materno que além da alimentação, representa aconchego, carinho e proteção. “O limite para chupar a chupeta é 2 anos e meio. Depois disso, a chupeta vai começar a comprometer a fala, a alimentação e pode causar danos à arcada dentária”, completa.

A ENTREGA DA CHUPETA

Confesso pra vocês que a Tarsila tinha uma dependência enorme pela chupeta e por isso, tivemos muito medo. Achei que ela poderia ter febre, ficar doente, ficar com traumas, perder o sono, ter uma baixa na imunidade. Ouvimos vários conselhos e histórias de crianças que quase morreram sem o bico e decidimos buscar ajuda profissional.

Começamos contando para a Tarsila que ela já era uma moça e que os bichinhos da fazenda tinham acabado de nascer e precisavam das “pepetas” dela. Ela não aceitava e ficava muito irritada com a história. Foi então que a dra Flávia entrou na jogada. Segundo ela, a capacidade de aceitação da criança é maior, quando a informação vem de uma pessoa que não pertence ao ambiente familiar. Aliás, com os adultos isso também é um fato. Passado o feriado de carnaval, tia Flávia chegou na escola com uma chupeta na boca. Tarsila ficou surpresa e concordou que a tia já era muito grande para chupar bico. Elas passaram alguns dias conversando sobre isso e a coisa foi fluindo.

Localizamos um local maravilhoso pertinho de casa. Uma Mini fazenda educativa para crianças. Fizemos um piquenique bem aconchegante e fomos à luta. Claro que fizemos um vídeo lindo com toda essa história. Veja a reação da Tarsila ao entregar todas as chupetas aos bichinhos:

O FIM DA HISTÓRIA :

Claro que nem tudo são flores e o trabalho teve que continuar em casa e na escola. Tarsila se mostrou arrependida em vários momentos. Fizemos vídeos com as reações dela nos dias (e noites) seguintes, mas esse assunto vai ficar para a próxima publicação!

CONHEÇA NOSSOS PARCEIROS:

MINIFAZENDA EDUCATIVA PARA CRIANÇAS

ESCOLA RECREIO

ESCREVA SUAS DÚVIDAS PRA GENTE!!! TEREMOS PRAZER EM CONTAR MAIS DETALHES DESSA EXPERIÊNCIA!

#chupeta #saude

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